A ansiedade que antecede ao momento de criar

* A diminuição súbita (geral) da energia de um sistema e todas as funções que dele dependem;
* O propalado "efeito dominó" e sua condição mais extrema: o colapso;
* A debilidade repentina das ações, adinamia de ritmo, queda do poder e forças, um momento ômega.

Scribere
Faço dos sinais gráficos, que conheço, os meus representantes. Desembaraçando os caracteres, leio-os, de viva voz. Minha expressão é redigida em linhas incompletas de palavras. A composição de letras dirigidas para registrar meu sonho literário. Escrevo, porque amo.


LuhanaSP

domingo, 13 de maio de 2012

De perto ninguém é normal

Proposituras e reflexões:

- Alguém aí sabe me dizer, por que nos preocupamos tanto com os "defeitos" dos outros?

Sob o escudo auspicioso das justificativas moralmente aceitas, dissertamos: a preocupação é trazida à baila, bons propósitos e intenções, também. Alegamos sentimentos nobres, mas... se alegamos (de que servem)!?
Sabemos o que não está certo (para a vida do outro), sabemos o que é melhor (que o outro faça por ele) para nós.
Julgamos. Sim, julgamos muito. É mais prático, mais simples e fácil de resolver.
É tão engraçado, porque o mesmo exercício não é aplicado aos nossos problemas pessoais, neste caso, avolumam-se as atenuantes. E, mais uma vez, na apuração dos fatos, surge um culpado (quem sabe, um algoz): o "outro".
Mesmo achando que conhecemos e compreendemos os reais motivos e circunstâncias que fizeram com que "tal pessoa" agisse deste ou daquele jeito, é impossível lhe sondar as razões mais íntimas. 
Sabemos, queremos, pretendemos... e, o pior, só aceitamos que o coitado do "outro" aja, exatamente, como?
Como assim? 
Não existe opção, não existe alternativa.
Não é sequer, como nós agiríamos se estivéssemos naquela situação, local, condição... em consequências dos fatos reais, vividos e sabidos. É só, e apenas, como eu quero. 
Eu quero que o "outro" seja assim.
Eu quero que o "outro" faça isso.
É a minha vontade - alheia e diversa, que deve ser encarada como a mais correta, justa e aceitável.
Alguém pode explicar isso?

Eu aprendi que o caminho do equilíbrio passava pela idéia de saber "se colocar no lugar do outro".
Descobri que o outro é o outro e só, único. Individual, livre e independente de qualquer ente. Não é possível pensar como você agiria no lugar de "tal" pessoa, você agiria  sob o seu ponto de partida e experiências.

O melhor caminho é o respeito, estabelecê-lo como premissa incorruptível para todas as inferências e encontrar a compreensão como um desdobramento.





Um comentário:

  1. Infelizmente muitas pessoas não sabem o que é respeito. Muitos agem como macacos: sentam em cima do rabo e riem do rabo dos outros.

    bj

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