A ansiedade que antecede ao momento de criar

* A diminuição súbita (geral) da energia de um sistema e todas as funções que dele dependem;
* O propalado "efeito dominó" e sua condição mais extrema: o colapso;
* A debilidade repentina das ações, adinamia de ritmo, queda do poder e forças, um momento ômega.

Scribere
Faço dos sinais gráficos, que conheço, os meus representantes. Desembaraçando os caracteres, leio-os, de viva voz. Minha expressão é redigida em linhas incompletas de palavras. A composição de letras dirigidas para registrar meu sonho literário. Escrevo, porque amo.


LuhanaSP

domingo, 24 de junho de 2012

A Sociedade do Espetáculo

A base da teoria crítica proposta por Guy Debord é a constatação do domínio cotidiano da forma-mercadoria e de que a alienação é mais do que uma descrição de emoções ou um aspecto psicológico individual. Mas, uma conseqüência do modo capitalista de organização social que assume novas formas e conteúdos em seu processo de separação e reificação da vida humana. Uma repetição de padrões e da luta de classes, o espetáculo é uma forma de dominação da burguesia sobre o proletariado e do espetáculo, sua lógica e sua história, sobre todos os membros da sociedade.

O conceito debordiano de "espetáculo", no que diz respeito às transformações da aparência do sistema capitalista debate o momento e comportamento da economia - em que a mercadoria teria atingido a "ocupação total da vida cotidiana".

Debord acredita que algumas estratégias buscam resistir à alienação através da supressão ou derivação da realidade espetacular, destruindo os valores burgueses tal como a submissão ao mundo do trabalho, o teórico buscou  explicar "as aparências desta aparência organizada socialmente".

Aparência e aparição, divididos e juntos.

 

“Industrial Painting” by Giuseppe Pinot-Gallizio


 



 

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